[PERSONAGEM: Íris™ — arte de herói 1280×720, plano médio, painel de conversa flutuante, teleobjetiva curta, fundo desfocado]

A sua empresa cabe numa conversa de Telegram

Você manda uma mensagem; ela vira ordem no sistema. A Íris™ é a porta única de comando — dos agentes da Vega e dos softwares que a sua empresa já usa — e ela só faz o que o seu nível de acesso permite.

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R$ 97/mês · sem fidelidade · a assinatura ainda não abriu: ver os planos ou falar com a equipe

Você fala, ela executa

Nada de abrir sistema, achar a tela e lembrar o caminho. A ordem sai do mesmo lugar onde você já conversa o dia inteiro.

[PERSONAGEM: Íris™ — pose 1, recorte sobre cartão branco]

Pelo TelegramOrdem recebida ✓

Ela ouve, mas obedece a régua

Quem pode o quê é decidido na sua tela de permissões — não no chat. O que a tela esconde de alguém, o Telegram esconde também.

[PERSONAGEM: Íris™ — pose 2, recorte sobre cartão branco]

Nível conferidoMesma régua ✓

A porta de conversa para o seu sistema

A Íris™ resolve no chat o que hoje exige abrir tela e lembrar onde fica o botão. Hoje ela conversa com o Mind™ da sua conta; alcançar um sistema de terceiros está no desenho e ainda não está no ar.

[PERSONAGEM: Íris™ — pose 3, recorte sobre cartão branco]

Conversa no lugar da telaPorta aberta ✓

Silêncio quando não há o que dizer

Ela não manda mensagem para encher linguiça. Fora de hora, e sem ordem, ela fica quieta — e um chat sem vínculo não recebe nada.

[PERSONAGEM: Íris™ — pose 4, recorte sobre cartão branco]

Sem ordemSem ruído ✓

Todo sistema que a sua empresa comprou nos últimos vinte anos tem uma coisa em comum: alguém precisa parar o que está fazendo, abrir uma tela e lembrar onde fica o botão. A Íris™ inverte isso. A conversa passa a ser a interface — e o sistema, o que responde atrás dela. O software não muda; muda a porta.

Como a Íris™ entra na rotina da empresa

Uma conversa com a Íris™

/entrar MD-K7Q2XM

Pronto. Você está no Mind™ do Studio Gabi Paiva, como gestora.

Como fechou o mês na loja?

Faturamento, custo e margem da loja no mês — a mesma conta que a aba Custos e margem mostra na tela.

E na cafeteria?

Recusa para quem não tem o nível: “Custo, margem e despesas são da gestão.” — a mesma frase que a tela usa, vinda da mesma linha.

O que viaja pelo chat

Nível da pessoa Negócio escolhido A ordem O registro de quem pediu

Esquema ilustrativo — a conversa acima é um exemplo do desenho, não a captura de um chat real.

1

Você decide quem pode o quê

Na tela de permissões da sua conta. Cada nível tem uma lista de capacidades, e essa lista é o que o servidor aplica — não é uma legenda separada que alguém escreveu à mão.

2

A pessoa recebe um código e entra

O código nasce dentro do sistema, com você logada: vale 15 minutos, serve uma vez só e é de uma pessoa específica. Ela digita /entrar com ele no Telegram, e o vínculo está feito.

3

Ela conversa, dentro do nível dela

O menu que aparece no chat é a régua vestida de texto. Se você tirar uma permissão na tela, o comando some do menu e a porta recusa — na mesma linha, no mesmo instante.

4

E você desliga quando quiser

Desligar o acesso de alguém derruba o Telegram dela na mesma transação. Nada é apagado: religar devolve os níveis inteiros. É a diferença entre uma chave e uma demissão.

A porta única de comando

Entrar por código Escolher o negócio Perguntar pelo mês Ver as comandas Consultar o estoque Sair do chat Entrar por código Escolher o negócio Perguntar pelo mês Ver as comandas Consultar o estoque Sair do chat
Lançar comanda Fechar comanda Ver custo e margem Vender Dar baixa no estoque Conceder acesso Lançar comanda Fechar comanda Ver custo e margem Vender Dar baixa no estoque Conceder acesso

De cinco sistemas abertos em cinco abas para uma conversa só

Cada agente da Vega tem a sua tela, e o seu ERP tem a dele. A Íris™ não substitui nenhuma delas — ela é o lugar de onde você pede, quando abrir a tela custa mais do que a tarefa vale.

[PERSONAGEM: Íris™ — full-image 16:9 de borda a borda]

Toda ordem tem dono, e fica registrada

Uma mensagem que vira ação num sistema precisa poder ser auditada depois: quem pediu, de qual chat, com que nível, e o que o sistema respondeu. O vínculo entre a pessoa e o Telegram dela nasce do lado autenticado — nunca de quem escreve no bot —, porque um número de chat é uma coisa que qualquer pessoa pode ter. Sem número de vitrine aqui: a Íris™ é nova, e o que esta página mostra é o desenho dela.

O que ela pode alcançar

Do outro lado da conversa

O Mind™ da sua conta Os agentes da Vega O ERP que a empresa já usa O sistema antigo sem API Planilhas e relatórios Rotinas que ninguém lembra de rodar

Hoje ela conversa com o Mind™. Os demais destinos são a estrada desenhada — e o que já está de pé está escrito logo abaixo, sem promessa embutida.

Cada um enxerga o que é dele

A dona vê a conta inteira. A gestora vê o negócio dela, com custo e margem. O balcão vende e lança, mas não vê custo. Quem lança comanda não fecha ciclo nem estorna. E a mesma pessoa vê no celular exatamente o que veria na tela — nem mais, nem menos.

Um chat que ela não conhece não existe

Quem escreve para a Íris™ sem vínculo não recebe menu, não recebe “olá” e não descobre nem que a sua conta existe. A resposta é uma frase só — a mesma para código errado, código expirado, código já usado e desconhecido. Responder diferente em cada caso ensinaria a quem tenta às cegas quando ele acertou.

Por que uma conversa, e não mais uma tela

Ninguém precisa aprender de novo

A pessoa já sabe usar o Telegram. O treinamento de um sistema novo costuma custar mais caro que o sistema — e é o que faz metade das assinaturas morrer no segundo mês.

Funciona onde a pessoa está

No balcão, na obra, no carro, no galpão. Perguntar quanto entrou hoje não deveria exigir voltar até o computador da sala.

A régua não é reescrita duas vezes

O painel e o chat leem a mesma tabela de permissão. Régua copiada é régua que diverge — bastaria um caso esquecido no chat para alguém ver o custo que a tela esconde dela.

Rede ruim não lança duas vezes

O Telegram reentrega a mensagem quando não recebe confirmação. A Íris™ marca cada entrega pelo identificador dela — a segunda vez não faz nada.

Quando o sistema antigo fica

A regra da casa é migrar para a plataforma em nuvem. Nem toda empresa larga o sistema de hoje no primeiro dia — e para esse caso a Íris™ é a porta de conversa em vez da troca, porque é mais barato dar uma boca nova ao sistema do que reescrever o sistema. Esse alcance está no desenho e ainda não está no ar.

Íris™ contra “manda no meu WhatsApp que eu faço”

Íris™
Pedir para alguém no chat
A ordem entra no sistema sem ninguém redigitar
Respeita o nível de acesso de quem pediu
Responde de madrugada e no fim de semana
Fica registrado quem pediu e o que respondeu
parcial
Não some quando a pessoa sai de férias

O que já está de pé, e o que ainda não

A Íris™ é nova e está sendo construída à vista. Esta seção existe porque o nome dela já aparece num plano que se vende hoje — e quem lê aquela linha merece saber exatamente o que já funciona. Quando a coluna da direita virar a da esquerda, esta página muda junto.

Construído e provado O motor da conversa
  • a régua de permissão como dado: uma tabela lida pelo painel e pelo chat, nunca duas cópias
  • o pareamento pelo lado autenticado — código de 15 minutos, um uso, uma pessoa
  • o menu do chat gerado da própria régua, e a recusa com a mesma frase da tela
  • desligar o acesso derruba o Telegram na mesma transação, sem apagar nada
  • rede ruim não duplica lançamento: cada entrega tem identificador único
  • chat sem vínculo não recebe nada — nem a informação de que a conta existe
  • as recusas por nível conferidas uma a uma, com a resposta real do servidor
Ainda não O que falta para ela atender
  • o bot no Telegram — a Íris™ ainda não tem endereço para receber mensagem; nenhuma conversa saiu para número nenhum
  • o alcance ao software de terceiros — o motor que dá a ela essa capacidade está em escolha, e é decisão do Rafael
  • escrever pelo chat — nesta leva ela lê e responde; lançar por conversa pede confirmação de valor e de pessoa, e isso é desenho de conversa, não de permissão
  • a assinatura abrir — o plano próprio já existe e o valor está decidido (R$ 97/mês, decisão do Rafael em 26/08); o que falta é o preço ser criado no Stripe para o carrinho aceitar a Íris™. Até lá, o caminho é falar com a equipe

Sem número de vitrine, sem depoimento e sem logo de cliente: a Íris™ não tem cliente atendido, e esta página não finge que tem.

Íris™

Comande a sua operação de onde você já conversa

[PERSONAGEM: Íris™ — pointing 1440×2160, dedo apontando para a headline]

A Íris™ nasceu de um pedido de cliente, não de uma reunião de produto: era preciso conversar com a plataforma sem abrir a plataforma. O motor está construído e conferido; ela ainda não atendeu ninguém. Quer ser a primeira empresa a comandar pelo Telegram?

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Dúvidas sobre a Íris™

O que mais perguntam antes de começar

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R$ 97 por mês, como agente próprio — ela não vem dentro de outro plano. É o mesmo formato dos demais agentes: assinatura mensal, sem fidelidade, e entra no mesmo carrinho junto com os outros que você já usa. Ver os planos.

Em parte, e vale ser exato. O motor dela — permissão, pareamento, menu, recusa, registro — está construído, aplicado e conferido caso a caso. O que ainda não existe é o bot no Telegram: sem ele, nenhuma mensagem sai nem chega. O quadro “o que já está de pé” separa as duas coisas linha por linha.

Primeiro o contexto: a regra da casa é que a operação migra para a plataforma em nuvem, e é lá que os agentes trabalham. A Íris™ existe para o caso em que um sistema de terceiros fica de pé junto — ele continua onde está e ganha uma porta de conversa. O motor que dá a ela esse alcance está em escolha — não vamos anunciar aqui um caminho antes de ele estar decidido. O que já é definitivo é a regra: nada que ela faça no seu sistema fica fora do nível de acesso de quem pediu, nem fora do registro.

Não. O vínculo entre uma pessoa e o Telegram dela nasce de dentro do sistema, com alguém logado — um número de chat é uma coisa que qualquer um pode ter, e se o vínculo pudesse nascer de quem escreve no bot, qualquer pessoa se declararia funcionária da sua empresa. Quem escreve sem vínculo recebe uma frase só, igual para todos os casos, e nada mais.

Na tela de permissões da sua conta, e só ali. O chat não decide papel: ele lê a mesma régua que o painel aplica. Por isso o menu que a pessoa vê no Telegram muda no mesmo instante em que você mexe na tela — o comando some da lista e a porta recusa, pela mesma linha.

Você desliga o acesso dela, e o Telegram cai na mesma transação. Não fica um chat que parece ligado — e “parece ligado” é o que faz alguém achar que a mensagem chegou. Desligar não apaga nada: se a pessoa voltar, religar devolve os níveis inteiros.

Porque são conversas diferentes. O WhatsApp da sua empresa é onde o seu cliente fala com você — e quem cuida dele é o Nexus™. O Telegram da Íris™ é onde você fala com a sua operação: comando interno, com nível de acesso e registro. Misturar os dois no mesmo número é como atender cliente e discutir margem na mesma linha.

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[PERSONAGEM: elenco — arte panorâmica 3840×1084, os DEZ agentes do elenco em superfície lunar, contraluz de sol baixo]

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